domingo, 27 de janeiro de 2008

E estes somos nós

Insana, mas nem tanto. Ser insano é ser artista. É apenas um modo de ver as coisas. E esse ponto de vista consiste em querer aproveitar o que nos deram, a vida.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Olhos e lábios inchados

Não foi uma festinha qualquer, foi um festão. Foi exatamente o que meu amigo disse: "a noite é sua", por mais que todas aquelas pessoas especiais para mim partilhavam dela, aquela foi a minha noite.
Dancei, gritei. Tudo aquilo, de alguma maneira, era para mim. Pelo menos aquela noite foi como numa manhã no colégio(além dos própios alunos estarem lá), eu aprendi.
Soube que não pode prender as pessoas que nasceram para serem livres, estas mesmas são os artistas. Aprendi que eles são insanos, o descobri no meio de uma música do fime nacional mais visto, eu fui crazy, baby.
Notei que por mais que exista o abandono físico, nosso coração é imortal. E quando você é uma coisa, nem tentando mudar deixará de ser. Eu ainda pertenço àquele colégio.
Aprendi que falar "eu te amo" para alguém que pouco conhece, é banal, mas amar um professor jamais deixará de ser sincero.
Senti a importância dos amigos, os mínimos olhares falam muito e não tente nos fazer viver sem eles. Por baixo dos All Stars e moletons, há sempre alguém fantástico(seja o vestido de formanda ou as atitudes).
Me ensinaram que as lágrimas são o sentimento que não cabe dentro de nós. Então, o que sinto por aquelas pessoas que me disseram que sou fantástica, não cabe em lugar algum.
Em apenas uma noite eu pude notar como aquele lugar me faz bem!

Foto: Mari(sorrindo sem aparelho e com uma maquiagem dos sonhos), Ju(com cara de adulta misturada com Tia Marta) e Quirran(fazendo cara "eu estou com minhas duas namoradas"). Tem o Mário falando com um professor do lado e a Aiko fotografando!

Uma pequena homenagem:
-À Ju: que esteve comigo 4 anos no Villa, que vou sentir saudade de pedir cola e chamar pra uma conversa na aula do Lopes.
-À Aiko: que eu vi sim rebolando!
-Ao Kihan: por ter perdoado a traição.
-Ao Mário: meu querido Free Bird, que dançou La Bamba e valsa comigo, que eu sei que sabe cantar Nada Além de Mim.
-À Mamãe a ao Nielson: que pagaram tudo aquilo.
-À Yuki: por coisas não reveladas.
-À Bárbara: minha primeira amiga do Villa e que eu jamais vou esquecer.
-À Rosa: que me fez cair no choro no meio do cerimonial.
-Ao André: por me acolher em seus braços enquanto eu me derretia em lágrimas.
-Ao Pavia: que me disse coisas incríveis.
-Ao Borim: por ter sido insano o suficiente por criar um colégio e nunca desistir.
-Ao 9° ano: por tudo que vivemos, não só em todo esse tempo no Villa, mas também por ter ido à formatura.
E a quem também acredita em mim!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Nossa última chance

Aquelas coisas que deixei passar são, agora, a minha confirmação. Nem tudo é realmente o que é. Nem eu sou mais tão criança ao ponto de sofrer por isso, eu aprendi.
E o perfume floral que ganhei é o teu cheiro naquela tarde em que o Sol se despedia e eu podia dormir tranqüila, agora eu posso voltar a acreditar.
Eu queria fazer algo por você em resposta. Sendo sincera é o mínimo. Você é o real culpado por muitas coisas, principalmente, pelas melhores.


"De longe o aspecto daquele pássaro
Que vai embora pulando sobre os céus
Sempre me lembra um grande amor"

domingo, 20 de janeiro de 2008

Make

Dois lados de uma mesma viagem, o querer e o fazer. Querer mudar o mundo parece fácil, executar este ideal que é difícil. Tanta coisa para se pensar. Acreditando que tudo pode ser melhor é uma boa maneira de começá-la. Não dá para ver o problema e logo de cara desistir.
Então, nesse mundo onde a maioria se droga, fugindo, por covardia, dos problemas, gostaria de mostrar a eles que há coisas que são mais dignas e dão o mesmo efeito.
Começaria tudo pela raiz, reduziria meu lixo e em vez de começar uma briga tomaria uma desistência corajosa. Eu ajudaria quem precisa e quem também quer mudar.
Mas o principal é mudar esse futuro do pretérito para o presente.


Esse é o texto final para a inscrição do Tudo de Blog. Dia 3 de fevereiro eu venho dar a resposta, se sim ou se não.
O que eu queria fazer mesmo com ele é agradeçer todas as pessoas envolvidas. Juliana, Juliano, César, Professor André e Caio Caprioli. Esse texto não seria nada, mesmo, sem vocês! E, se eu conseguir, serei eternamente grata à vocês!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

The Rain

"Então a chuva lhe beija a face. E você retribui? Sim. Pelo menos considere-os como beijos... em outros casos... seriam como pequenas agulhadas."
(Trecho de The Rain, Mário Cau)

Uma pequena homenagem ao Mário e a chuva de hoje.

Nada como uma boa dose de você

Já fui tema de música e poesia, já fui musa inspiradora e razão para a dor, já fui a maior alegria na vida e até mesmo uma piada. Mas nada disso me comove como o brilho dos teus olhos.
Já fiz feitos e histórias, já fui famosa e tive pessoas para ajudar, já fracassei e fui motivo para mal exemplo. Você me descobrir é mais importante.
Já errei e me apaixonei, já sorri e chorei, já fui mais humana que muita gente. Mas sofrer sem você foi a coisa mais viva que já cometi.

domingo, 13 de janeiro de 2008

sábado, 12 de janeiro de 2008

And smiles

Sua performace de Elvis não é das melhores, mas me faz rir até o disco parar. Ela sorri desafiadora, retribuo, e coloca a agulha novamente no início. Sua saia balança com o movimento, rebola e se diverte.
Eu a amo mais do que posso conseguir. "Never let me go", ela canta. Seus lábios são tão perfeitos e vermelhos. Os morde quando nota que não paro de olhá-los.
Ela pega na minha mão me convidando para dançar, a abraço, desliso minhas mãos pelos cabelos ondulado e vou sentindo seu perfume.
Não imaginei que ela pudesse ser da minha vida, uma pessoa dessas me amando e me beijando. Mas veja como estamos.
E ela dança, a música não pára. Agora ela faz parte dos meus sonhos.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Anyway

Eu disse que iria refazer o final da retrospectiva, não disse? Então! O que aconteceu em 2007 foi que tudo o que eu vivi só dará resultado em 2008! Cada pedacinho! Como quebrar a cara, ser convidada para publicar(aliás, no Neorama, o Mário citou meu nome, ele publicou na Negative Burn e eu irei no Layer Zero), aprender com os erros, ter perdas...
Acabei tendo essa conclusão esses dias. Não importa que as coisas boas só venham esse ano, elas vieram, oras! O bom de 2007 foi ter me ensinado coisas, como... tem coisas piores que isso! Tem coisas muito piores de não conseguir o que quer ou o dia estar chato! E não brigar por qualquer besteira!

Como faz tempo que não respondo comentários, aí vai:
Djouli, depende do ponto de vista. Mas é uma mescla de ficção com realidade.
Anderson, olha, não faço idéia da onde! Mas, como disse o Mário em uma pseudo-entrevista, vem de dentro! Tudo que eu quero colocar no papel, eu coloco!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Just girls

A intensidade com que passa o batom nos lábios é a mesma de alguém os tocando. Penteia o cabelo e sente uma massagem que, infelizmente, ela mesma proporciona. O perfume que se delicia a faz fechar os olhos e saborear cada parte do seu corpo.
O vestido curto é a esperança de não voltar, mas uma vez, sozinha. Se olha no espelho, o quanto se ama, então, porque não amar outro corpo? Fecha a porta da frente e se promete que é a última vez que esteve em casa sozinha.
Ao chegar na festa vai ao banheiro e confere sua imagem, maquiagem tão bonita(a sombra roxa dá um brilho especial para seus olhos) e um rosto tão cuidado, o que há de errado com ele para nunca achar alguém que a ame?
Procura nas pessoas erradas, aquelas mãos grossas, ela não gosta disso. Hoje ela conquista olhares, palavras e até beijos. Por fim, depois de vários erros e drinques, um acerto. Se beijam, se tocam, ela gosta disso.
Abre a porta de casa e cumpre a promessa, ela chega acompanhada, de um corpo semelhante ao seu.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Baby, baby

Quando você foi me senti a maior idiota que já andou por essas ruas; eu ainda fico esperando o telefone tocar e quando é você me chamando, ele toca a música que me lembra você. O dia está frio aqui, gostaria de poder te ligar no meio da noite(se me ouvisse) e perguntar se aí chove ou está como da última vez.
Ainda quero saber seus motivos, pois minhas fotos não são nada sem você e os arquivos do computador pedem suicídio, querem se apagar de tanta abstinência. Você me fazia rir, eu gostava disso, principalmente se você ria junto.
Jamais posso me esquecer de seus lábios e da forma como eles enrugam quando você fica bravo. Naquela vez, antes de partir e me deixar, eu escondi tuas chaves, você fica bonito concentrado, eu consegui mais dez minutos até me abraçar e descobrir que estavam em meu bolso.
Me fez de boba, mas quando penso em você ainda sinto. Tão babaca mas sempre tão incrível. Você me segurou, me amou e me largou. Querido, quando eu te achar, vou te mostrar como nós dois somos iguais.

domingo, 6 de janeiro de 2008

E teus olhos brilham tão profundo

Ela usa o discurso mais piegas sobre o ódio, aquele que diz que ódio no coração só faz mal. Tanta serenidade no modo com que fala, me dá até raiva. Fica tentando me convencer de coisas que acho uma idiotice.
Olho em seus olhos e ela ainda me ama, levanta sua sobrancelha esquerda como fazia nos nossos jogos de sedução. Aquilo tudo é passado. Odeio quando ela canta "Mais Uma Vez", porque eu sei que é tudo verdade.
Acredito que ódio é a singela falta de paciência. Eu já a traí e ela tirou a minha quando soube e fingiu que eu ainda a amava como antes. Tudo porque eu sinto ódio dela ser tão frágil e se eu apenas a tocar, de despedaça.
Tenho ódio de quando fotografa nossos beijos e passa a noite observando, dizendo que isso a faz sonhar. Odeio os sonhos dela comigo, o pior deles foi o de nós olhando as estrelas no gramado de nossa suposta casa.
E ela continua o discurso de que o amor que deve nos ocupar, que o que eu devo me importar mesmo é com nossos lábios se tocando.
Olha em meus olhos e sinto ódio por amar tudo o que eu odeio nela.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Em 2008 eu vou...

Mudar de atitude: realizar algumas e criar outras. Melhorar o astral e ser mais quem eu deveria ser!
E lutar pelo que me dá prazer!