segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Baby, baby

Quando você foi me senti a maior idiota que já andou por essas ruas; eu ainda fico esperando o telefone tocar e quando é você me chamando, ele toca a música que me lembra você. O dia está frio aqui, gostaria de poder te ligar no meio da noite(se me ouvisse) e perguntar se aí chove ou está como da última vez.
Ainda quero saber seus motivos, pois minhas fotos não são nada sem você e os arquivos do computador pedem suicídio, querem se apagar de tanta abstinência. Você me fazia rir, eu gostava disso, principalmente se você ria junto.
Jamais posso me esquecer de seus lábios e da forma como eles enrugam quando você fica bravo. Naquela vez, antes de partir e me deixar, eu escondi tuas chaves, você fica bonito concentrado, eu consegui mais dez minutos até me abraçar e descobrir que estavam em meu bolso.
Me fez de boba, mas quando penso em você ainda sinto. Tão babaca mas sempre tão incrível. Você me segurou, me amou e me largou. Querido, quando eu te achar, vou te mostrar como nós dois somos iguais.

4 comentários:

Juliana disse...

aah *-*
que lindo *-*

may, te amo!
já tava morrendo de saudades @_@

Anderson disse...

=OOOO

*______* Meu Deus! que demais! ^^

nossa bunito mesmo! cada dia mais eu fico espantado com o seu talento pra escrita! parabens May vc a cada dia me surpreende! ^^

beijao may! love you! ^_^

Juliano disse...

Muito bom ! Muito bom mesmo, você me surpreende.

Mas isso é ficção, ou não ?

;*

Mariana Guerra disse...

Djouli,
Depende do ponto de vista.
E do meu... é uma mescla de realidade com ficção!