segunda-feira, 2 de junho de 2008

O grafite e a lã

Como no post anterior eu já havia avisado, estou fazendo uma homenagem aos 15 anos de morte do grandioso Paulo Eduardo Gonzales, meu pai. Eu fico pensando naquelas atividades de pré-escola, falar da profissão do meu pai. Naquela época eu achava que era pintor, depois eu aprendi que era arquiteto, hoje eu tenho certeza que é algo muito mais complexo que isso.
Fazem 15 anos, mas é hoje que eu encontro muito meu pai! Dou o máximo de valor às histórias, encontro o calor na blusa de lã e aquele grafite me ensina a arte vinda de mim.
Conversei sobre isso com a Priscila, minha professora da mocidade, e ela me deu notícias dele. Decidi que, a partir de hoje, vou ajudá-lo. Eu vou concientizar os jovens sobre o uso de drogas. É o que ele anda fazendo.

Pai, obrigado por ter me ajudado esses dias. Você tá me parecendo o Elvis, ainda não morreu!

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