terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Fim de ano... mas já??

Olá! Eu não sei que dia é hoje. Eu só sei que é terça-feira. Não me pergunte se é 30 ou 28, eu não sei responder. Me perdi completamente. Enão façamos este como o último de 2008, talvez.
Acho que ninguém sabe, mas 2008 foi o ano mais difícil e mais fácil em todos os aspectos. Eu mudei de escola 3 vezes, foi fácil, mas depois de um tempo tornou-se difícil. E essa descoberta teve um delta t de 3 dias, 7 meses e 2 meses, em ordem respectiva de escola.
Vamos recomeçar do começo. Meu ano começou com um castigo: mocidade; devido a um passeio sem autorização que fiz à Serra Negra, tudo bem, eu superei e amei a mocidade. Para quem não sabe, é como crisma, mas de espíritas.
Então veio o colegial, duro e chato. Escola nova, o que durou três dias, anyway, voltei para a antiga escola.
Estudei, me empenhei na escola. Escrevi, fiz o que eu amo.
Tanto que eu ganhei boas notas de redação, literatura e uma publicação.
Não apenas uma, mas duas.
Layer Zero #2 foi lançado em maio, dias antes do meu aniversário. Café Espacial #3 em novembro, entre as minhas provas finais(que eu passei)(com uma nota linda de história, vitória).
Eu fui realmente vitoriosa, li 359 páginas de Lua Nova em apenas um dia.
Eu li livros incríveis. Escrevi coisas ótimas por conta dessas leituras. (Marina, essa foi pra você)
Eu me apaixonei, acho. Talvez, quem sabe, eu não sei. Eu era sincera, vocês sabem. Todo mundo aqui deve saber.
Agradeço imensamente esse ano incrível aos meus professores que me ajudaram com minhas notas melhores, Stephenie Meyer, Jane Austen, meus amigos(novos, velhos e os peridos, os achados e os comprados), minha família(principalmente meu pai), minha nova tia de 16 anos. Tipo, todo mundo que me fez calma por pelo menos um instante, calma ou feliz, alegre, realizada, vocês que sabem que adjetivo usar.
2009 está quase aí, porque eu não sei que dia é hoje.
Posso fazer uma pequena e última observação?
Ok, o blog é meu, eu faço o que quero.
Que o verde esteja com vocês. Eu quero dedicar tudo que bom que tive este ano à Bela, a coisa mais próxima que eu tive de filha até hoje.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Sonho

Ela tinha o celular nas mãos mas não sabia o que fazia com ele, decidiu então rezar. Sua avó, ao seu lado, sentada junto do apoio da escada, disse assustada:
-Seu pai está aqui.
A garota parou, olhou perdida para algum lugar. Antes que conseguisse pensar "Então peça para ele cuidar da minha prima", ela sentiu algo atrás de si. Grande, como ela sempre imaginou. Abraçando-a. Ela desejou aquele calor para sempre.
-Que abraço apertado - a voz que ela mais quis ouvir em toda a sua vida disse, como se fosse algo comum para ela. Como se fosse comum para esse mundo.
Aquela voz, era parecida com a de seu tio, mas tinha algo mais nela... um traço desconhecido. Nunca ouvido antes. Era simplesmente a voz de seu pai, aquela voz que ela nunca pode guardar.
Aquele calor encantador, o melhor abraço. Ela não viu seu rosto, mas aquilo era o que ela queria para sempre.

Abriu os olhos e se viu na realidade. O quarto da prima. Escuro. Bom dia.
"Que abraço apertado", ela pensava com a voz dele. Não queria jamais esquecê-la. Parecida com a de seu tio. "Que abraço apertado", "Que abraço apertado", a mais linda voz do mundo.
Então nos pensamentos para gravar aquela voz em sua cabeça, ela começou a ouvir sua própria voz dizendo a frase, "assim não vale", ela pensou, "eu não posso esquecer a voz dele".
Até que, depois de um certo tempo pensando naquele abraço que ela sempre esperou todos os dias desde o primeiro sonho com seu pai, ela a esqueceu.

Mas jamais o calor e a surpresa do abraço.
"Que abraço apertado", ela deseja ouvir tantas outras vezes.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Paleta de cores

A tarde estava calma e a casa estava vazia, exceto pela segunda filha de Mr Bennet. Ele e Mrs Bennet haviam partido com as outras garotas para Meryton, esperando encontrar Mr e Mrs Phillips em casa para conversarem a respeito do baile da noite anterior.
Lizzie ficara cansada demais por conta disso e decidiu por ficar lendo na varanda, mandando apenas os cumprimetos à família.
Após meia hora da partida deles, apesar de mergulhada no conteúdo do livro, avistou o que parecia ser um rapaz muito bem vestido de lindos cabelos negros. A garota ruborizou, estava sozinha em casa e ameaçava de chover, sabe-se lá o que poderia acontecer.
-Boa tarde, Mr Darcy - ela disse com uma pequena reverência. - Ao que devo a honra de sua visita?
-Boa tarde, Miss Bennet - ele retribuiu o gesto. - Apenas estava andando por esses bosques, me perdi e vim parar aqui. Um bom acontecimento, tenho de admitir, encotrar a senhorita tão concentrada presa a uma leitura incessante, sinto de ter de atrapalhá-la.
Ela sorriu pelo canto da boca, pode sentir um certo sentimento escondido por trás das palavras do homem.
-Não há do que se culpar, Mr Darcy, é a terceira vez que leio este livro.
-Talvez então devo convidar a senhorita para a ir a Londres comigo o mais breve possível, vejo que precisa de novos livros.
-Isso bem é verdade, Mr Darcy, mas imagino que seja uma aventura conseguir a permissão de meus pais.
Os olhos azuis e profundos de Mr Darcy penetraram na garota desarmando toda a coragem da indefesa garota.
-Miss Bennet, acho que bem conhece nossa intimidade, acredito que pode me chamar apenas de Darcy, ou então, de Fritzwillian.
-Mr Darcy, se assim fosse sua opinião, me trataria também sem formalidade.
-Claro, Lizzie.
-Obrigada, Fritz.
Até então a seriedade mantida por ambos estava intacta, mas, após essa altura da conversa, se desfizeram em risadas. Darcy então sentou-se ao seu lado, não perdendo seu doce olhar. O silêncio do momento, após a magia das gargalhadas, doía nos tímpanos de Lizzie. Ouviram, então, o primeiro trovão da tarde.
-Lizzie.
Ele, timidamente, sorriu ao falar seu nome. Mais próximo dela, sentindo muito mais calor que a prévia da chuva lhe permetia, segurou sua mão. O cinza do céu começava a se desfazer em gotas.
-Minha Lizzie.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Summer

E eu fico esperando inutimente que o meu celular sambe e cante. Mas ele não o faz.
Se o fizesse, seria você. E eu ia ter as minhas esperanças de fazer coisas melhores, de dormir melhor e de escrever... bem melhor!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

I said:

Enquanto eu escrevo isso eu ouço Moon River - música tema de "Breakfast at Tiffany's" - tocando na minha cabeça.