terça-feira, 14 de abril de 2009

Lembranças remendadas

Quando terminei um namoro pela primeira vez eu conheci alguns dos vários tipos de ex-namorados(sim, um cara conseguiu essa façanha). Com poucos segundos de recém solterisse, ele pediu que fossemos amigos, então no dia seguinte eu me obriguei a continuar na rotina e fui ver o ensaio da banda dele. Primeiro erro, essa fase deveria começar longe, tipo por MSN, porque vê-lo foi uma caixinha de lembrança dos bons tempos.
Descobri então outro tipo de ex, aquele difícil de esquecer. Então o garoto não é o problema, nós somos o incomodo. Eventualmente rolaram aquelas ligações pedindo, aos prantos para voltarmos, porque "sem você eu não existo". Bom, depois de eu ser um estorvo, ele acabou sendo grosso comigo.
Então o caso piorou, aquele ser desprezível começou a estudar na mesma escola que eu, todos os intervalos eu tinha que dar de cara com ele e até passar algum tempo juntos por termos a mesma turma. Sem dúvida, quando ele passou no vestibular fui eu que fiquei mais feliz!
Com os garotos seguintes(observação: nenhum foi namorado, já que não tiveram a decência de oficializar) eu aprimorei meus conhecimentos, digamos que "com os relacionamentos anteriores eu aprendi" que é para ser mantido longe e eu não me dou bem com a tal "entidade ex". Acredito que relembram não é viver, como diz meu amigo, relembrar é a estagnação da vida. É só que sofrer por alguém, me basta uma vez.
Tá certo que por aí as coisas se contradizem, provando que vale tudo nos relacionamentos. O melhor exemplo disso é um nick de MSN do protagonista do romance mais remendado que eu já acompanhei, "eu te amo, mas não sei o quanto", estou curiosa para saber que tipo de ex ele virou.


Texto para o site da Revista Capricho

Um comentário:

And Yoshi disse...

é, eu acho que sei quem é esse ex xDDD

e eu acho que sei exatamente o tipo de ex que ele é...

mas não posso dizer assim em público! sauheuHAUEHASU

=**